Caindo de costas e mergulhando entre nuvens: o pouso de paraquedistas britânicos em Tristan da Cunha
Membro de esquadrão do exército enviado com médicos para auxiliar paciente com suspeita de hantavírus relata a descida à ilha remota. A parte mais difícil do salto de paraquedas, segundo o Capitão George Lacey, é cair de costas pelo ar. É sábado e Lacey, e seu esquadrão de seis pessoas mais dois médicos, acabaram de saltar de um transporte da RAF, a 2.500 metros sobre o Atlântico Sul. “O paraquedas só consegue ir para frente tão rapidamente”, diz ele, querendo dizer que ele precisa ser aberto no momento exato. “Então você tem que virar contra o vento e basicamente voar de costas, o que é uma sensação muito estranha, como você pode imaginar.” Continue lendo...
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