Ex-diplomatas britânicos e franceses pedem medidas contra a 'apagamento' da Palestina por Israel
Em carta a Macron e Burnham, mais de 100 figuras graduadas acusam Israel de limpeza étnica e pedem medidas, incluindo embargo comercial Mais de 100 ex-diplomatas franceses e britânicos afirmaram que a Palestina está sendo apagada diante dos olhos do mundo e pediram ações urgentes, incluindo a proibição de comércio e de vendas de armas, para pressionar Israel a aceitar um Estado palestino. Uma carta conjunta sem precedentes dispensa a linguagem diplomática ao acusar Israel de limpeza étnica e alertar que o mundo não vê mais Israel como uma democracia genuína. • Apoiar as decisões do Tribunal Internacional de Justiça e do Tribunal Penal Internacional. • Suspender o acordo de associação UE-Israel e o acordo de comércio e parceria Reino Unido-Israel por violação de disposições de direitos humanos. • Suspender transferências de armas para e de Israel e toda a cooperação militar bilateral. • Insistir no acesso irrestrito de ajuda a Gaza, liderado pela UN Relief and Works Agency, outras agências da ONU e ONGs internacionais, com consequências para o não cumprimento, e acesso também para jornalistas, diplomatas e parlamentares. • Proibir todo o comércio com assentamentos, incluindo mercadorias, investimentos, seguros e outros serviços financeiros. • Alertar potenciais licitantes para o assentamento "linha vermelha" E1 ou outro financiamento/construção de assentamentos que seus interesses no e com o Reino Unido e a França serão prejudicados. • Tornar crime que cidadãos britânicos e franceses comprem propriedades em terras palestinas roubadas e remover o status de caridade de "instituições de caridade" que financiem assentamentos. Leia mais...
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