Primeira Notícia: Documentos judiciais revelam como agentes federais espionaram manifestantes anti-ICE | Martin Belam
Agentes infiltrados penetraram em reuniões, chats privados e eventos locais. Além disso, Wile E Coyote retorna às telas. Bom dia. A extensão com que as forças de segurança federais visaram oponentes políticos e organizadores pacíficos foi exposta em documentos judiciais recém-divulgados. Arquivos de investigações internas revelam que o Departamento de Segurança Interna (DHS) lançou uma ampla operação de vigilância contra manifestantes anti-ICE, grandes sindicatos e grupos de advocacia de esquerda – enviando agentes infiltrados para reuniões comunitárias e emitindo intimações administrativas para apreender registros financeiros. Os documentos mostram que investigadores do DHS obtiveram registros financeiros de sindicatos e organizações sem fins lucrativos como parte de um inquérito sobre “financiamento ao terrorismo doméstico”. O que os agentes infiltrados do governo fizeram? Eles infiltraram-se em reuniões comunitárias, entraram em chats privados de ativistas no Signal e gravaram áudios sorrateiramente em eventos locais – incluindo um “treinamento de habilidades de resistência” em uma biblioteca pública e uma sessão de sparring na academia de uma igreja, onde um agente derrubou acidentalmente seu dispositivo de gravação. Os agentes fingiram ser ativistas e engajaram participantes oferecendo ajuda em protestos de “ação direta”. Como os ativistas reagiram? Emilia González Avalos, diretora executiva do Unidos MN, um grupo sem fins lucrativos de justiça social de Minneapolis, disse: “Acredito que esta seja uma tentativa clara de nos intimidar, de punir e reprimir politicamente a divergência e a diferença. E essa não é a América que construímos ao longo de centenas de anos. E definitivamente não é a América pela qual estamos nos organizando”. Onde ocorreu o ataque? O ataque ocorreu em Sevastopol, a maior cidade da Crimeia anexionada pela Rússia. O governador regional, Mikhail Razvozhayev, disse que uma mulher foi presa sob suspeita de assassinar Shageyev a mando dos serviços especiais ucranianos. O que a Polônia disse sobre a atividade russa no local? Um plano russo para matar um cidadão ucraniano-americano em Varsóvia foi frustrado pela Polônia antes que pudesse ser executado, afirmou o primeiro-ministro polonês. Donald Tusk disse que foi a primeira vez que “alguém a mando da Rússia” buscou atacar um cidadão dos EUA no território de outro país da Nato. Continue lendo...
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