Conto picante de Alan Turing oferece vislumbre de seu lado “brincalhão, engraçado e atrevido”
Escrita no ano seguinte à sua prisão por indecência grave, obra desafia imagem de “matemático isolado”, afirma acadêmica de Cambridge Quando as pessoas pensam em Alan Turing, podem imaginá-lo como alguém arrogante, isolado, sem senso de humor e torturado. Uma maneira melhor de lembrar do pai da computação moderna seria, segundo argumenta uma acadêmica, como alguém “brincalhão, engraçado, atrevido, literário e que gostava muito de sexo”. A professora de literatura inglesa da Universidade de Cambridge, Sarah Dillon, transcreveu e estudou um conto pouco conhecido que Turing escreveu no ano seguinte à sua prisão em Manchester por indecência grave. Continue lendo...
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