Luta de mulher por esterilização levanta questões sobre o acesso ao procedimento
Críticos dizem que as mulheres enfrentam tratamento desigual, mas outros afirmam que controles mais rígidos refletem preocupações médicas legítimas. Uma psicóloga que teve a esterilização negada pelo NHS contestou a decisão com sucesso após levar seu caso ao ombudsman de saúde, levantando questões sobre quão acessível o procedimento deve ser. Leah Spasova passou anos buscando uma operação para evitar a gravidez por meio do bloqueio das trompas de Falópio. Muitos argumentam que as barreiras enfrentadas pelas mulheres, desde recusas de financiamento até critérios de elegibilidade mais rígidos, equivalem a um tratamento desigual em comparação com homens que buscam vasectomias e limitam a autonomia corporal. Continue lendo...
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