A polícia não agiu diante de repetidos alertas sobre um homem violento antes que ele matasse uma criança. Mas isso não é a coisa mais chocante deste caso
• O caso de Mason Lee não foi uma anomalia. Os sistemas policial e coronial de Queensland funcionam conforme planejado – e esse é o cerne da crise atual • Nove meses antes da morte da criança Mason Jet Lee, uma mulher ligou para a polícia para alertá-los sobre o assassino do menino, William Andrew O’Sullivan. Eles colocaram uma marca em seu arquivo classificando as alegações da mulher como “vexatórias”. Mas essa não é a parte mais chocante desta história. • A polícia já tinha evidências de que O’Sullivan era suicida e homicida. Meses antes, eles o haviam levado a um hospital em busca de tratamento de saúde mental e, enquanto estava lá, ele ameaçou “esfolar” a mulher e matar crianças. Mas isso também não é a coisa mais alarmante. Continue lendo...
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